O incêndio da Covilhã é o que mobiliza esta segunda-feira mais meios. A situação está mais controlada, apesar das chamas já terem alastrado ao Fundão, após uma madrugada que foi intensa.
A madrugada foi dura. As chamas aproximaram-se de casas, fábricas e edifícios agrícolas, obrigando as populações a estarem alerta e a apoiarem os bombeiros com o que tinham à mão.
Desconsolo e inquietação porque o perigo ainda espreita e em várias frentes. A Câmara da Covilhã apelou, por isso, esta segunda-feira, aos habitantes de 10 aldeias para evitarem deslocações e procurarem lugares seguros.
Muitas estradas do concelho estão encerradas, não só porque caíram postes de eletricidade e árvores, mas também para facilitar a circulação dos bombeiros.
A falta de recursos é uma das queixas e as freguesias também pedem formação para o primeiro ataque às chamas.
O vento mantém-se. As freguesias de Erada e São Jorge da Beira são as mais afetadas.
As chamas que começaram no Piódão devastam floresta, com rapidez e violência, a caminho do Fundão. Já ameaçam Silvares e Lavacolhos e a autarquia ativou, entretanto, o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil.
O incêndio da Covilhã é o que mobiliza mais meios esta segunda-feira.

