Tensão EUA-Irão

Ataque do Irão a base iraquiana afinal fez mais feridos entre as tropas norte-americanas

Balanço de feridos aumentou de 11 num primeiro momento para 50.

O Pentágono confirmou esta quarta-feira que 50 soldados norte-americanos foram diagnosticados com lesões cerebrais traumáticas após o ataque iraniano contra uma base no Iraque, utilizada pelas tropas norte-americanas.

São mais 16 do que o anunciado pelo Pentágono a 24 de janeiro.

Segundo o comunicado do Ministério da Defesa, citado pelas agências internacionais, 31 soldados foram tratados e já reintegraram as respetivas unidades, 18 tiveram de ser transferidos para hositais militares norte-americanos, um na Alemanha e outro no Koweit.

No dia seguinte ao ataque, em 8 de janeiro, o Presidente norte-americano, Donald Trump, disse que nenhum soldado tinha ficado ferido pelo ataque iraniano.

Segundo o Pentágono, os sintomas de ferimentos não foram relatados logo após o ataque, tendo sido conhecidos apenas alguns dias depois.

Depois dos primeiros relatos de que alguns soldados tinham sido feridos, Trump referiu-se a esses casos como "dores de cabeça" e insistiu em que não eram tão graves quanto os ferimentos que envolvem a perda de partes do corpo.

O Pentágono confirmou ainda que não houve mortes no ataque a Ain al-Asad, que foi lançado pelo Irão em retaliação a um ataque dos EUA que matou Qassem Soleimani, um influente general militar do Irão, em 3 de janeiro, no aeroporto internacional de Bagdade.

Saiba mais:

Especial Tensão EUA-Irão

  • DGS teve parecer positivo para uso generalizado de máscaras

    Coronavírus

    Em Portugal a Covid-19 já fez 295 mortes e 11.278 infetados. Chegou este domingo a Lisboa um avião da TAP fretado com material médico oferecido pela China no valor de 4,5 milhões de euros. 53 portugueses foram repatriados da Indonésia e da Índia. Boris Johnson foi este domingo internado no hospital para exames, 10 dias após testar positivo para coronavírus.

    SIC Notícias