Vacinar Portugal

Covid-19. Vacinas terão prevenido 700 mortes em três meses 

É a conclusão de um estudo sobre a eficácia da vacinação.  

Nos últimos três meses, a vacinação contra a covid-19 evitou pelo menos 700 mortes em Portugal. É essa a conclusão de um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto.

Os números atuais de novos casos de covid-19 são semelhantes aos registados em outubro do ano passado. A média ronda os 3.500 casos por dia. A diferença, significativa, é no número de mortes. São quase cinco vezes menos. Na altura, eram cerca de 32 os óbitos por dia e a média da última semana é de sete mortes.

De acordo com o estudo, o fator decisivo para esta descida é a vacinação.

O padrão de mortalidade não se alterou significativamente - continuam a ser os mais velhos quem mais morre -, mas é também nesta faixa etária que há uma maior redução.

Task Force quer mais de 70% da população com a vacinação completa na 2.ª semana de setembro

O vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, coordenador da Task Force da vacinação contra a covid-19, espera que mais de 70% da população tenha a vacinação completa entre 5 e 12 de setembro.

Os dados mais recentes mostram que 65,2% da população portuguesa tem uma dose da vacina. Assim, o objetivo de vacinar 70% da população com a primeira dose entre 8 de agosto e 15 de agosto pode vir a torna-se possível.

Perto de metade da população portuguesa (47,5%) já tem a vacinação completa.

Ouvido na Comissão Parlamentar de Saúde, esta sexta-feira, Gouveia e Melo diz que o processo tem tido altos e baixos devido à disponibilidade de vacinas.

  • Confidentes de alunos e cúmplices de professores: o braço contínuo

    País

    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

    Opinião

    Rui Correia

  • O planeta em que todos vivemos

    Futuro Hoje

    O Planeta Lourenço terá que ser ainda mais simples e eficaz na mensagem. É um risco. Frequentemente, quando me mostram aparelhos ou programas as coisas falham, é o que chamo de síndrome da demonstração. Mas isto acontece na vida real, é assim que vamos fazer.

    Opinião

    Lourenço Medeiros