À semelhança de Portugal, outros países já recomendaram uma segunda dose para quem tomou a vacina da Janssen, pois a eficácia é mais baixa do que a da Pfizer e da Moderna.
Começou por ser dada apenas aos maiores de 50, contudo, em junho, a Direção Geral da Saúde seguiu a indicação da Agência Europeia de Medicamentos e passou a recomendá-la também aos homens com mais de 18 anos.
A vacina da Johnson & Johnson chegou a ser suspensa depois de relatos de possíveis efeitos adversos, contudo, as revisões feitas pelo regulador europeu demonstraram sempre que é segura.
O facto de ser de dose única e de poder ser guardada em frigoríficos normais permitiu agilizar a campanha de vacinação.
Foi aprovada pelo regulador europeu depois dos ensaios clínicos revelarem uma eficácia de 67% na redução de doença grave, duas semanas depois da toma.
Um resultado considerado bom, mas aquém do das vacinas de mRNA da Moderna e da Pfizer.
Com a chegada de variantes mais infecciosas como a Delta, especialistas começaram a alertar para a possível necessidade de um reforço em vacinados com a dose única.
Tal como Portugal, outros países já o recomendaram, como é o caso da Irlanda e do Brasil.
