A energia dos Sex Pistols já não era sentida em Portugal há 17 anos. A banda, que foi um dos maiores símbolos do movimento de contestação social associado à música punk, escreveu, pela primeira vez, o nome na história de Vilar de Mouros, ao ritmo da voz de Frank Carter, que fez a festa bem perto do público.
O vocalista, que substituiu o fundador Johnny Rotten na banda britânica há um ano, liderou o grupo mais esperado no segundo dia desta edição do festival, para o público na plateia e para algumas bandas do segundo dia do festival.
Desde 2008, que os Palaye Royale carregam o legado de bandas como os Sex Pistols pelo mundo. São um dos nomes mais sonantes do punk-rock contemporâneo e atuaram pela segunda vez em Portugal, no palco de Vilar de Mouros.
Uma noite que também ficou marcada pelo regresso dos britânicos The Damned a Portugal, onde não atuavam desde 2016. Um concerto que também foi acompanhado de perto pelos The Godfathers, que viram os compatriotas no palco, onde atuaram ao final da tarde.
A edição que comemora os 60 anos de Vilar de Mouros continua esta sexta-feira, com o regresso dos norte-americanos Papa Roach aos palcos nacionais.
