Nos palcos do Vodafone Paredes de Coura canta-se muito em português, isto porque o festival apostou em artistas nacionais na edição deste ano.
O palco principal arrancou, este ano, com o artista português Samuel Úria.
Apesar dos cerca de 30 graus que se faziam sentir no recinto, o público assistiu com energia a este que foi o segundo concerto da carreira do músico, no maior do recinto.
Ao lado, no palco dois do festival da vila do Alto Minho, atuou a portuense Capicua, referência feminina do hip hop nacional.
Com cinco álbuns lançados, a artista priorizou o mais recente, que saiu no início deste ano.
No mesmo espaço, mas no segundo dia do Vodafone Paredes de Coura, a banda de Barcelos Glokenwise. Têm quase 20 anos de carreira e, nos últimos concertos, a aposta tem passado pela apresentação do mais recente álbum.
Os artistas portugueses tentam cativar novos públicos em festivais de verão e este, o Vodafone Paredes de Coura, é conhecido pelas plateias que vêm à descoberta de música nova, o que ajuda ao reconhecimento da arte feita em língua portuguesa.
