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Agência de fronteiras diz que morte de crianças imigrantes nos EUA é devastadora

Um rapaz, sob custódia da agência, morreu na segunda-feira, naquele que é o segundo caso este mês, após a morte de uma menina de sete anos.

O responsável das Alfândegas e Proteção das Fronteiras dos Estados Unidos disse esta quarta-feira que as mortes recentes de duas crianças imigrantes "são uma ocorrência extraordinariamente rara" e foram "devastadoras" para a agência.

Em declarações esta quarta-feira ao programa televisivo "CBS This Morning," o comissário Kevin McAleenan disse que, antes das duas mortes ocorridas este mês, há mais de 10 anos que não morria qualquer criança ao cuidado da agência.

McAleenan adiantou que são feitos exames médicos e todos os dias há dezenas de idas aos hospitais com crianças doentes, mas que a agência tem atualmente sob sua responsabilidade mais crianças do que nunca.

Um rapaz de oito anos, sob custódia da agência, morreu na segunda-feira, naquele que é o segundo caso este mês, após a morte de uma menina de sete anos. As duas crianças eram oriundas da Guatemala.

Na sequência da morte da segunda criança, a agência ordenou a realização de exames médicos a todas as crianças sob sua responsabilidade.

As mortes das duas crianças acontecem numa altura em que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insiste em obter autorização do Congresso norte-americano para financiar a construção de um muro na fronteira com o México para impedir a entrada de imigrantes ilegais no país.

Em Tijuana, no México, cerca de 6.000 imigrantes da América Central esperam autorização para entrar nos Estados Unidos como refugiados.

Lusa

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