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Vitímas de colisão de barco em Budapeste não levavam coletes salva-vidas

Bernadett Szabo

Morreram sete turistas da Coreia do Sul e 19 continuam desaparecidos nas águas do rio Danúbio.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Sul disse hoje que os turistas que se encontravam a bordo da embarcação que naufragou no Danúbio não levavam coletes salva-vidas.

De acordo com o último balanço oficial morreram sete turistas da Coreia do Sul e 19 continuam desaparecidos nas águas do rio Danúbio, frente a Budapeste.


Segundo as primeiras informações um navio de grande porte colidiu com a embarcação onde se encontravam os turistas na quarta-feira à noite.


Até ao momento, as autoridades húngaras resgataram sete pessoas das águas do rio.
O chefe da diplomacia da Coreia do Sul disse que os turistas não levavam coletes salva-vidas na altura do acidente, segundo informações prestadas pelos diplomatas de Seul em Budapeste.


O ministro dos Negócios Estrangeiros acrescentou, que de acordo com informações que recolheu junto de diplomatas sul-coreanos na capital da Hungria, em geral, os passageiros não costumam usar coletes salva-vidas quando realizam viagens a bordo de embarcações turísticas no Danúbio, na zona da cidade de Budapeste.


Uma rapariga de seis anos está entre os 30 turistas sul-coreanos que embarcaram no navio turístico envolvido na colisão, mas até ao momento não se conhecem as identidades das sete vítimas mortais.


De acordo com a agência de viagens de Seul que organizou a deslocação dos turistas, as sete pessoas resgatados são "seis mulheres e um homem, com idades entre os 31 anos e os 66 anos de idade".


A agência de viagens diz que ainda não tem informações precisas sobre a situação da criança de seis anos.


A embarcação turística que terá sido abalroada por um navio de maior dimensão acabou por afundar-se, encontrava-se aportada junto à ponte Margit, perto da catedral de Budapeste e do edifício do Parlamento.

Lusa