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Myanmar na rua contra golpe militar. Monges budistas juntam-se ao protesto

Autoridades têm vindo a aumentar as ameaças contra os manifestantes.

Em Myanmar sucedem-se as manifestações contra o golpe militar de dia 1 de Fevereiro. O país está, desde então, em estado de emergência e são proibidas as reuniões com mais de cinco pessoas.

As autoridades têm vindo a aumentar as ameaças contra os manifestantes, mas, mesmo assim, continuam os protestos nas ruas das principais cidades.

Esta é uma manifestação de vários grupos de minorias étnicas, a que se juntaram médicos, funcionários públicos e também monges budistas e grupos LGBT.

Os protestos exigem a libertação e o regresso ao poder de Aung San Suu Kyi. De acordo com várias Organizações Não-Governamentais de defesa dos direitos humanos, cerca de 200 políticos e ativistas terão sido presos desde o golpe de estado em Myanmar.