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Guerra no Médio Oriente. Mais de 220 mortos desde que começaram os ataques 

Israel volta a bombardear Gaza.  

Israel voltou a bombardear edifícios e estradas, esta terça-feira, na Faixa de Gaza.

O Governo de Jerusalém diz que os ataques aéreos foram mais uma resposta aos rockets lançados pelo Hamas e que atingiram território israelita.

A violência entre os dois lados já matou mais de 220 pessoas. Metade, dizem os palestinianos, eram mulheres e crianças.

As agências internacionais dizem que o Hamas parece estar a perder força e a fazer menos disparos do que nos primeiros dias do conflito.

Mesmo assim, Israel continua a ter de usar a Muralha de Ferro, o sistema antimíssil que permitiu intercetar mais de 90% dos rockets lançados pelo lado muçulmano.

Ao final desta manhã, voltaram os protestos, com milhares de palestinianos em greve e em manifestações nas ruas de várias cidades.

Em Belém, houve confrontos com a polícia israelita, que usou balas de borracha e canhões de água sobre a multidão. Em Hebron, os militares mataram um palestiniano que, segundo as forças da ordem, estaria armado e com explosivos.

Aumentam os apelos ao cessar-fogo imediato

No campo político, aumenta a pressão para um cessar-fogo imediato.

O conselho de segurança das Nações Unidas reúne-se esta terça-feira, de emergência, pela quarta vez em pouco mais de uma semana, para discutir o conflito no Médio Oriente.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia também têm uma videoconferência sobre o mesmo assunto e o Presidente dos Estados Unidos voltou a falar ao telefone com o primeiro-ministro israelita, na noite passada, para renovar os apelos ao fim dos combates.

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