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Especialistas apontam as alterações climáticas como a causa dos incêndios no sul da Europa

Itália, Turquia e Grécia são os países mais afetados pelas chamas.

Vários incêndios ameaçam populações por toda a Europa. Na Turquia e na Grécia, as autoridades, ajudadas por meios terrestres e aéreos, combatem grandes fogos. As alterações climáticas são apontadas como a causa.

A natureza parece não dar tréguas. Enquanto se discutem as alterações climáticas, as suas consequências vão sendo visíveis: uma onda de calor no sul da Europa, alimentada por ar quente do Norte da África, causou incêndios no Mediterrâneo. Itália, Turquia e Grécia são os países mais afetados.

Aviões e helicópteros combatem, pelo segundo dia consecutivo, um incêndio que já atingiu aldeias no Oeste da Grécia. 300 bombeiros lutam para conter um incêndio numa floresta livre de chamas há mais de 100 anos.

De acordo com as autoridades, 15 pessoas já foram levadas para o hospital, num país traumatizado. Em 2018, 102 pessoas morreram devido a um incêndio no litoral grego.

Na Turquia, as autoridades combatem as chamas há cinco dias. Vários moradores do litoral tiveram de fugir de barco em navios particulares e da guarda costeira. São já muitos os turistas a fugir da zona. Os ventos fortes complicam o combate ao fogo, mesmo com o auxílio de vários populares que já pedem ajuda nas redes sociais.

O Ministro da Agricultura turco disse, no Twitter, que os incêndios florestais já afetaram 32 localidades e que já morreram 8 pessoas.

Os especialistas apontam as alterações climáticas como a causa dos fogos. Espera-se que as temperaturas na Turquia cheguem aos 42ºC e na Grécia aos 45ºC. É o planeta a mudar como nós o conhecemos.

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