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Coração de D. Pedro IV no Brasil: as críticas de alguns historiadores brasileiros

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Coração do rei recebido pelo Presidente Jair Bolsonaro. 

O coração do rei D. Pedro IV vai ser recebido, esta terça-feira, pelo Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. A cerimónia solene faz parte das celebrações dos 200 anos da independência do Brasil. A relíquia vai estar em território brasileiro durante 20 dias.

Foi com honras militares que o coração de D. Pedro IV foi recebido em território brasileiro na manhã desta segunda-feira.

Transportado pela força aérea do Brasil, saiu de Portugal pela primeira vez em 187 anos para as comemorações dos 200 anos da independência do país.

Segundo a imprensa local, o coração do primeiro imperador do Brasil vai ser recebido pelo presidente Jair Bolsonaro, na rampa do Palácio do Planalto em Brasília.

Na cerimónia semelhante à visita de um chefe de Estado estará presente o presidente da Camara do Porto, que acompanhou o processo de transladação.

Numa altura em que decorrem as campanhas presidenciais, este ato simbólico tem gerado críticas por parte de alguns historiadores e arqueólogos brasileiros que falam em desrespeito e propaganda política. Criticaram ainda a autorização da autarquia do Porto para a ida temporária para o Brasil.

A relíquia vai ficar em exposição até 7 de setembro no Palácio de Itamaraty, sede do Ministério da Relações Exteriores.

Dois dias depois, o coração do rei D. Pedro IV regressa à Igreja da Lapa, no Porto, onde poderá ser visto até 11 de setembro.

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