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Declarações pró-Putin de Berlusconi marcam último dia de campanha em Itália

Enviados SIC

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Eleições estão marcadas para domingo e coligação de direita e extrema-direita lidera as sondagens.

Hoje é o último dia de campanha eleitoral em Itália. Os líderes dos partidos estão divididos por todo o país para tentarem convencer os indecisos. Giorgia Meloni, da coligação de centro-direita, é favorita à vitória final, mas uma frase pró-Putin de Silvio Berlusconi está a marcar negativamente o dia da campanha.

As eleições que irão traçar o futuro do Governo italiano estão marcadas para domingo, dia 25 de setembro. Neste momento, e segundo as últimas sondagens, a coligação de centro-direita e extrema-direita, mantém-se à frente, como favorita à vitória final.

Este acordo à direita é liderado por Giorgia Meloni, que em caso de vitória, assumir-se-á como primeira-ministra. Berlusconi e Salvino são os outros rostos desta coligação. Os três fizeram um comício em Roma, no dia de ontem, e discursaram num tom de vitória antecipada. Salvino passou a mensagem de que iria certamente regressar à liderança da pasta da Administração Interna e Meloni deu a entender que já se sentia primeira-ministra.

Neste último dia de campanha eleitoral - sábado é dia reflexão e estão proibidos quaisquer atos de propaganda política - a grande maioria dos políticos que estão na corrida pelo Governo encontram-se no sul do país, onde está presente a grande fatia dos eleitores indecisos, que poderão ser decisivos nas contas finais.

Este último dia de campanha está a ser marcado pelas declarações de pró-putin de Berlusconi. O italiano, assumido amigo do líder russo, afirmou em entrevista, que o objetivo inicial do chefe de Estado russo, em fevereiro, era ir a Kiev substituir Zelensky por uma “pessoa boa”. Entretanto, o político já se tentou desmarcar dessas palavras, mas a esquerda aproveitou para tirar vantagem de tais afirmações.

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