O Hamas afirmou esta sexta-feira que irá distinguir reféns israelitas ou de outras nacionalidades em possíveis libertações futuras. Este impasse está a deixar as famílias numa angústia.
Um familiar de seis israelitas reféns do movimento islamita palestiniano diz que está angustiado e preocupado com as imagens que chegam do conflito iniciado a 7 de outubro.
“Lamento que tenhamos de fazer isso e rezo para que os soldados voltem para casa intactos, saudáveis de corpo e mente. Não estamos a fazer isto porque queremos, mas sim porque o Hamas invadiu Israel e matou 1.500 pessoas", começou por dizer.
“A minha tia Marglit e o seu marido Yossi, a minha prima Shiri, o seu marido Yarden e os dois filhos pequenos. Ariel tem apenas quatro anos e Kfir tem nove meses, agora tem quase dez meses porque está há um mês em cativeiro. Infelizmente na sexta-feira passada, duas semanas após o rapto, as forças israelitas encontraram os corpos de Margit e Yossi, executados na fronteira de Gaza e atirados como animais na beira da estrada", acrescentou.
