As paisagens naturais da República Democrática do Congo estão a desaparecer. Os habitantes da região têm destruído as florestas locais para as transformar em carvão que, em seguida, é vendido para garantir a sobrevivência de quem ali vive. No interior destas florestas estão também habitats preciosos a que muita vida selvagem chama de casa.
Grande parte da população foge da guerra e recorre à natureza para escapar a um cenário marcado pela fome que assombra os campos de deslocados. Alguns refugiados dizem que produzem carvão vegetal para tentar alimentar os filhos.
O leste do Congo está mergulhado num conflito que muitos acreditam que se vai transformar em guerra. Os rebeldes apoiados pelo Ruanda ocupam parte da região e as populações são muitas vezes obrigadas a fugir.
É na madeira que encontram um 'pé de meia' de última hora mas os conflitos têm provocado um desmatamento sem precedentes na região.
Há meses que combates violentos decorrem no leste da República Democrática do Congo, onde as forças governamentais se opõem ao movimento rebelde 'M23' apoiado pelo Ruanda.
Cerca de oito milhões de pessoas foram obrigadas a deixar as suas casas num país que, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é aquele que mais precisa de ajuda humanitária em todo o mundo.
