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Estados Unidos intensificam presença militar nas Caraíbas com navio de guerra nuclear

A Venezuela surge como possível próximo alvo, com Washington a acusar Maduro de liderar um cartel, enquanto o presidente venezuelano nega as acusações e apela à paz após ter ameaçado responder militarmente.

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O Estados Unidos estão a aumentar drasticamente a presença militar na América do Sul. Anunciaram o envio do maior navio de guerra do mundo para a região das Caraíbas, um porta-aviões com capacidade nuclear. O presidente venezuelano, depois de ter dito que tinha armas para responder a um ataque de Washington, apela agora à paz.

A presença militar norte-americana tem-se intensificado no mar das Caraíbas sob o argumento de que é preciso combater o narcotráfico na região.

Os militares atacaram pelo menos uma dezena de embarcações que alegadamente transportavam droga. Mais de 40 pessoas morreram.

A Venezuela pode ser o próximo alvo. Os Estados Unidos acusam o presidente venezuelano de ser líder de um cartel. Maduro garante que a Venezuela é um país livre de droga. Acusou os Estados Unidos de estarem a inventar uma guerra eterna depois de a administração Trump ter anunciado o envio do maior navio de guerra do mundo para a região. Um porta-aviões com capacidade nuclear, 333 metros de comprimento e capacidade para cinco mil marinheiros e 75 aeronaves militares.

Não se sabe ainda quando é que o navio será deslocado para a América do Sul. Há poucos dias atravessou o estreito de Gibraltar. Donald Trump admite que o próximo passo pode ser a intervenção por terra.