A congressista Republicana a quem Donald Trump retirou a confiança politica espera reconciliar-se com o Presidente norte-americano. A polémica começou quando a republicana defendeu que deviam ser divulgados os documentos que ligam Trump ao escândalo de abusos sexuais de Jeffrey Epstein.
Era uma das republicanas mais radicais e próximas de Donald Trump, mas a relação com o presidente dos Estados Unidos pode estar por um fio.
Marjorie Taylor Greene foi uma dos quatro congressistas republicanos que pedem a divulgação de todos os documentos que ligam Trump ao escândalo de abusos sexuais de Jeffrey Epstein.
Numa publicação na rede social X, Trump disse que Greene é uma traidora e uma "lunática delirante".
Apesar das acusações e ameaças de morte que Marjorie diz ter recebido, a republicana espera reconciliar-se com o Presidente dos Estados Unidos.
Após a divulgação de novos emails pelo Congresso, Donald Trump ordenou à procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, que iniciasse uma investigação sobre supostas ligações de Jeffrey Epstein a grandes bancos e a vários democratas como o ex-Presidente Bill Clinton.
O departamento de Justiça confirmou as investigações e garantiu que iriam ser feitas com urgência e integridade.
Clinton negou ter qualquer ligação com os crimes de Epstein. Os democratas acusaram Trump de tentar desviar a atenção da proximidade com o empresário, que se suicidou em 2019 na prisão, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores.
Nas ruas próximas da Casa Branca, há quem proteste contra as políticas de Trump e a ligação a escândalos. Num ato simbólico, os manifestantes isolaram a área com uma fita "Cena do crime".
O Presidente dos Estados Unidos continua a alegar distância ao caso Epstein e vai avançar com um processo contra a BBC, por alegada difamação.
A cadeia de televisão britânica já tinha pedido desculpas formais por ter editado um discurso de Donald Trump, que não aceita as desculpas e exige uma compensação superior a 4 mil milhões de euros.
