As autoridades norte-americanas continuam à procura do autor do ataque na Universidade de Brown, nos Estados Unidos. Um homem foi detido no domingo por suspeitas de ligação aos disparos, mas vai ser libertado.
As provas recolhidas não foram suficientes para considerar o principal suspeito culpado dos disparos.
"É certo que havia um certo grau de provas que apontavam para este indivíduo, mas essas provas precisavam de ser corroboradas e confirmadas. E nas últimas 24 horas , até muito recentemente, essas provas apontam agora numa direção diferente. O que isso significa é que a pessoa precisa e deve ser libertada", afirma Peter Neronha, procurador-geral de Rhode Island.

Dois estudantes morreram e nove ficaram feridos no ataque de sábado na Universidade de Brown. Entre os feridos, oito ficaram com ferimentos graves, mas estão estáveis.
O homem abriu fogo num edifício onde decorriam exames finais. Após os disparos, terá fugido a pé, vestido de preto.
As poucas câmaras de videovigilância no local dificultam a investigação.
A polícia divulgou imagens onde se vê o alegado atirador, mas procura agora novas provas em vídeo.
O presidente da Câmara de Providence, Brett Smiley, admite que as autoridades não sabem se o atirador ainda está no Estado norte-americano de Rhode Island.
