A informação é avançada pela imprensa de hoje, que refere que o general Faria Menezes relata numa carta entregue às autoridades judiciais que se dirigiu ao Campo de Tiro de Alcochete na noite da morte de Hugo Abreu e, quando soube do sucedido, mandou cancelar os exercícios da instrução da chamada Prova Zero, previstos para o dia seguinte, mas a ordem não foi cumprida.
A confirmar-se toda a informação, os militares responsáveis pela continuação da instrução incorrem no crime de insubordinação por desobediência previsto no Código de Justiça Militar, que prevê uma pena entre 1 a 4 anos de prisão.
