A associação ambientalista defende que em caso de rotura da barragem, Amarante corre o risco de ficar debaixo de água. A ideia foi reforçada pelo facto de na semana passada um sismo de 3,6 na escala de Richter ter tido epicentro a poucos quilómetros do local.
As obras de construção estão suspensas até 2019, mas o GEOTA pede o cancelamento efetivo da obra.
