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Ex-presidente da Raríssimas é suspeita de peculato e falsificação

Ex-presidente da Raríssimas é suspeita de peculato e falsificação

Paula Brito da Costa foi constituída arguida no âmbito da investigação do caso Raríssimas e, por agora, está sujeita a termo de identidade e residência.

É suspeita de peculato e falsificação. Vários inspetores da Polícia Judiciária fizeram esta quinta-feira buscas na casa da ex-presidente da associação, nas instalações da instituição e também no gabinete do ex-secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado.