As zonas com mais casos identificados são o Alto Minho, logo depois a faixa litoral entre Coimbra e as Serras de Aire e Candeeiros e o Alentejo, com incidência maior na zona de Vila Viçosa e de Borba.
Há mesmo casos de estruturas que estão em risco de derrocada e que precisam de intervenção urgente, sendo que as empresas donas das pedreiras são obrigadas a garantir as condições de segurança.
Caso não o façam, terão de prestar contas à Justiça e ao Estado.