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Queimadas na origem de muitos dos fogos de outubro de 2017

Queimadas na origem de muitos dos fogos de outubro de 2017

Relatório divulgado esta quinta-feira revela ainda que o início do fogo da Lousã estará associado a uma linha elétrica gerida pela EDP.

O relatório "Análise dos Incêndios Florestais ocorridos a 15 de outubro de 2017", elaborado pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra, sob coordenação de Domingos Xavier Viegas, foi hoje tornado público pelo Ministério da Administração Interna (MAI).

  • Bunker em aldeia da Lousã para refúgio dos habitantes em caso de incêndio ou tempestade
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    Os habitantes da aldeia de Vale Nogueira, na serra da Lousã, construíram uma abrigo capaz de resisitir ao fogo e à tempestade. O espaço tem cozinha, casas de banho e área suficiente para acolher cerca de 150 pessoas em caso de risco. O grande incêndio que começou neste município do distrito de Coimbra, em 15 de outubro de 2017, e que se alastrou a outros concelhos, causando 50 mortos na região Centro, levou a Comissão de Melhoramentos de Vale de Nogueira a pensar em novas medidas de defesa da população.

  • Reportagem Especial "Noite de fogo"
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    Reportagem Especial

    50 pessoas morreram na sequência dos incêndios de outubro de 2017, na região Centro. Mais de 1500 casas e 500 empresas ficaram total ou parcialmente destruídas. Na Reportagem Especial "Noite de fogo" contamos-lhe seis histórias de quem viveu por dentro a tragédia.

  • O lento regresso à normalidade
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    O presidente da União das Freguesias de Covas e Vila Nova de Oliveirinha, João Nuno Brito, gostaria que o processo de reconstrução das casas de habitação permanente tivesse começado mais cedo, mas diz que há burocracias que é preciso cumprir e que “o rigor imperou”, numa alusão às suspeitas de abusos em Pedrógão Grande. Em Covas e Vila Nova de Oliveirinha, concelho de Tábua, das 43 candidaturas apresentadas à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), foram aprovadas 16. Oito continuam em análise. Onze foram recusadas por não cumprirem os requisitos. Segundo João Nuno Brito, as restantes incluem por exemplo casos em que os proprietários tinham seguro e que avançaram com as obras por iniciativa própria.O autarca aguarda também que seja disponibilizada verba para avançar com as obras no edifício sede da Junta e no estaleiro que arderam no incêndio de 15 de outubro de 2017.