País

Luís Grilo contou aos colegas que tinha reforçado os seguros de vida por insistência de Rosa

ANTÓNIO PEDRO SANTOS

Rosa Grilo está a ser julgada pelo homicídio do marido em coautoria com o amante e arguido António Joaquim.

O treinador e colegas do triatleta, assassinado em julho do ano passaram, disseram esta terça-feira em tribunal que Luís Grilo contou que tinha reforçado os seguros de vida por insistência da mulher, Rosa.

O tribunal ouviu também a antiga empregada do casal dizer que foi despedida por Rosa Grilo dias antes do desaparecimento.

Foi ainda ouvida uma amiga do triatleta que afirmou que, duas semanas antes do homicídio, Luís Grilo lhe terá confidenciado que andava a ser ameaçado por um parceiro angolano. O depoimento, muito confuso, foi por várias vezes interrompido pela juíza.

É, até agora, a única testemunha a falar nos angolanos e a única a corroborar com a versão de Rosa Grilo que diz que o triatleta foi morto por angolanos.

Rosa Grilo está a ser julgada pelo homicídio do marido, Luís Grilo, em coautoria com o amante e arguido António Joaquim.

A acusação do Ministério Público sustenta que Luís Grilo foi morto para que os arguidos pudessem assumir a relação amorosa e beneficiassem dos seus bens: 500.000 euros em indemnizações de vários seguros, outros montantes em depósitos bancárias e a habitação.

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