País

Educação, salário mínimo e carga fiscal: os destaques do primeiro debate quinzenal

Debate marcado pela estreia dos deputados de Livre, Iniciativa Liberal e Chega.

"CHUMBOS" NO BÁSICO AQUECEM DISCUSSÃO

No primeiro debate quinzenal da legislatura, esta quarta-feira, a discussão aqueceu com o plano do Governo de não retenção de alunos no ensino básico.

O PSD diz-se contra a passagem de alunos não preparados e o CDS fala em fim de reprovações por decreto.

SALÁRIO MÍNIMO SEM CONSENSO

Outro dos temas marcantes da discussão foi o salário mínimo nacional. Bloco de Esquerda e PCP dizem que o aumento para 635 euros em 2020 é insuficiente e desafiam o primeiro-ministro a trazer para o Parlamento a discussão sobre a valorização dos salários.

António Costa diz que não haverá contrapartidas para os patrões e assegura que o Governo vai superar o aumento do salário mínimo nacional da última legislatura.

TIAGO PETINGA

TRÊS ESTREIAS ABSOLUTAS

Este foi o primeiro debate quinzenal para os deputados de Livre, Chega e Iniciativa Liberal, partidos com um único representante na Assembleia da República.

O deputado do Chega, André Ventura

O deputado do Chega, André Ventura

TIAGO PETINGA

A deputada do Livre, Joacine Katar-Moreira

A deputada do Livre, Joacine Katar-Moreira

TIAGO PETINGA

O deputado da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo

O deputado da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo

TIAGO PETINGA

Depois da solução provisória encontrada, os três partidos - que representam cerca de 192 mil votos - questionaram o primeiro-ministro, nomeadamente sobre o aumento da carga fiscal.

Este foi também o primeiro debate quinzenal do presidente do PSD, Rui Rio, na dupla condição de líder social-democrata e presidente da bancada, depois de ter sido eleito pelos deputados sociais-democratas na semana passada.

TIAGO PETINGA