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Bruno de Carvalho não percebe porque é arguido no processo da invasão à academia

MÁRIO CRUZ

Ex-presidente do Sporting foi ouvido esta sexta-feira no Tribunal de Monsanto.

Bruno de Carvalho diz que não consegue compreender o porquê de ser arguido no julgamento do ataque à Academia de Alcochete.

Ouvido esta sexta-feira no Tribunal de Monsanto, o ex-presidente do Sporting diz que não teve conhecimento prévio da invasão e que soube quando estava numa reunião, em Alvalade.

Bruno de Carvalho considera que teve de haver uma autorização para as claques entrarem, mas garante que não foi ele quem a deu.

O ex-dirigente acusa ainda Jorge Jesus de criar a ideia de que as claques podiam entrar na academia de Alcochete quando quisessem.

O processo

O processo da invasão à Academia tem 44 arguidos, acusados de coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Bruno de Carvalho, Nuno Mendes 'Mustafá', atual líder da Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos do Sporting, estão acusados de autoria moral de todos os crimes.

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