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Festa do Avante: "Dizer que não, não é restringir a democracia"

Estabelecer restrições em nome da saúde pública é uma obrigação da DGS, que deve passar por cima do caráter político da Festa do Avante, defende o ex-ministro da Saúde.

Adalberto Campos Fernandes diz que impor restrições à Festa do Avante não é limitar a democracia.

O ex-ministro da Saúde espera uma decisão técnica da Direção-Geral de Saúde que não tenha em conta o facto de se tratar de um evento organizado por um partido político.

Luís Marques Mendes disse que permitir a Festa do Avante é uma decisão inacreditável.

Já o deputado comunista António Filipe contesta: "As preocupações de segurança sanitária nunca estiveram ausentes da ponderação sobre a realização da Festa".

O dirigente comunista diz ainda que não é por razões financeiras que o PCP insiste em organizar a Festa do Avante!.

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