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Diretor do SEF admite que foram usadas armas não registadas no caso de Ihor Homeniuk

SIC/ Arquivo

Tenente-general Botelho Miguel reconhece que os bastões eram geridos numa lógica de "consumível".

O diretor do SEF admite que foram usadas armas não registadas no caso de Ihor Homeniuk.

O tenente-general Botelho Miguel reconhece que os bastões usados pelos inspetores do SEF não eram alvo de qualquer sistema de inventariação, não tinham número de série e eram geridos numa lógica de "consumível", obedecendo às regras de economato. Adianta que só as armas de fogo são inventariadas.

O diretor nacional do SEF foi arrolado como testemunha por um dos inspetores acusados. Botelho Miguel recusou-se a depor presencialmente no julgamento mas enviou as respostas escritas ao tribunal.

O tenente-general disse também que quando tomou posse, à semelhança dos bastões extensíveis, também não havia registo dos aerossóis, como o gás-pimenta ou armas elétricas.

Advogada de defesa não ficou surpreendida com revelação

A advogada de defesa de Luís Silva diz que houve desleixo por parte do SEF ao não registar as armas não letais.

Maria Manuel Candal diz que não ficou surpreendida com as respostas do atual diretor nacional do SEF.