Um antigo dux da Universidade Lusófona defendeu esta quarta-feira que a tragédia do Meco, onde morreram seis jovens há sete anos, não resultou de uma praxe.
O Tribunal Cível de Setúbal está a julgar um pedido de indemnização das famílias das vítimas que pedem mais de um milhão de euros ao único sobrevivente e à Lusófona.
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Elementos da Comissão de Praxe da Universidade Lusófona ouvidos no julgamento do caso do Meco
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Tragédia no Meco. Ex-dux diz que não houve praxe e que ideia de ir à praia foi de dois colegas
Na sessão de hoje, foram ainda ouvidos dois antigos membros da Comissão de Praxe e amigos dos jovens que morreram. Contaram que era normal não terem os telemóveis nos momentos em que estavam a ser praxados, mas que o praticavam de livre vontade. Sublinharam que nunca foram maltratados.
Sete anos depois, as famílias dos estudantes continuam a insistir que o que aconteceu na praia do Meco tem responsáveis: o então dux João Gouveia e a própria universidade.
Nos próximos meses vão passar pelo tribunal todos os intervenientes no caso, desde os agentes da Polícia Marítima ao médico legista.
