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Ministério Público deixou prescrever vários crimes no processo das PPP das autoestradas

Fora da acusação ficaram os antigos ministros Mário Lino, António Mendonça e Teixeira dos Santos.

O Ministério Público deixou prescrever vários crimes alegadamente cometidos por ex-governantes no processo de negociação das parcerias publico-privadas das autoestradas.

O caso remonta a 2010 e só na semana passada foi deduzida a acusação, 11 anos depois do início das investigações.

Segundo o jornal Público, para que os crimes não prescrevessem, Teixeira dos Santos, Mário Lino e António Mendonça teriam de ser constituídos arguidos até 2015.

O jornal explica ainda que, do conjunto de crimes, apenas não prescreveu o de participação económica em negócio, imputado a Carlos Costa Pina, Paulo Campos e Rui Manteigas, antigo administrador da Estradas de Portugal.

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Durante seis anos no cargo de secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos celebrou vários contratos de PPP do setor rodoviário.

O Ministério Público acredita que o Estado foi lesado em milhões de euros.

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