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Grávida perde bebé nas Caldas da Rainha: médica "fez aquilo que tinha que fazer"

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Jorge Roque da Cunha, do Sindicato Independente dos Médicos, na SIC Notícias.

Sobre o inquérito que a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde quer que seja aberto à médica que assistiu a mulher que perdeu o bebé no hospital das Caldas da Rainha, Jorge Roque da Cunha, do Sindicato Independente dos Médicos, apela que seja instaurado o processo disciplinar para que seja possível demonstrar que a colega fez tudo o que podia ter sido feito.

IGAS abre processo disciplinar à médica

A IGAS mandou abrir um processo disciplinar à médica que assistiu a grávida que perdeu o bebé no dia 9 de junho, no hospital das Caldas da Rainha.

A peritagem realizada pela inspeção concluiu que a atuação da médica assistente de obstetrícia pode ter violado deveres funcionais, sem, no entanto, ter encontrado de forma clara e segura um nexo de causalidade com a morte do bebé.

A inspeção abriu um outro processo disciplinar à funcionária que inicialmente recusou a entrada da grávida nas urgências e faz ainda fortes críticas à administração do hospital e à diretora clínica por falta de procedimentos e orientações contraditórias.

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