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Diretores de escolas preocupados com número de baixas dos professores

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Há mais de 1800 horários por preencher.

Com o arranque do ano-letivo a ser marcado mais uma vez pela falta de professores, haverá no total 1890 horários por preencher. Muitas escolas estão já a contratar diretamente os docentes, mas a grande preocupação dos diretores é o aumento do número das baixas médicas.

Até sexta feira, último dia para o arranque do ano letivo havia ainda cerca de 60 mil alunos sem professor atribuído.

No total, serão 1890 os horários por preencher, apesar de muitas escolas estarem já a contratar diretamente os seus professores. Mas a grande preocupação dos diretores é o aumento do número das baixas médicas.

Dos 1890 horários por preencher, a grande maioria está já na fase da contratação direta feitas pelas escolas e é, sobretudo, para preencher as baixas dos professores.

Se até agora as escolas só podiam contratar substitutos de professores doentes, se as baixas fossem superiores a um mês, agora basta que o atestado medico seja de 12 dias.

Desde Agosto que as escolas estão também a contratar diretamente professores para as vagas que não foram preenchidas na contratação inicial de docentes vinculados nem na reserva de recrutamento onde estão os que não pertencem aos quadros. Ainda assim, haverá cerca de 60 mil alunos sem professor.

Na próxima quarta-feira, sindicatos de professores e ministro da Educação vão iniciar um processo negocial. Em cima da mesa está por exemplo o modelo que o governo terá de escolher para responder á exigência da Comissão europeia de pagar aos professores contratados o mesmo que paga aos efetivos.

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