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Ministro da Saúde admite dificuldades nas Urgências, mas rejeita cenário de caos

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A situação mais complicada esta segunda-feira é no Hospital de Santa Maria com tempo de espera que chega a ultrapassar as 10 horas.

O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, garante que todos os utentes estão a ser atendidos, apesar das filas de espera, nos serviços de urgência dos hospitais.

O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, é neste momento o mais grave com tempo de espera que chega a ultrapassar as 10 horas.

Perante este cenário, Manuel Pizarro admite que há dificuldades, mas rejeita o caos, garantido que "as pessoas estão todas a ser atendidas", apesar de o atendimento não estar a acontecer com a "prontidão que seria desejável".

"É verdade que no Hospital de Santa Maria estamos com grandes dificuldades e com tempos de atendimento indesejáveis. Já um pouco melhores do que o que estavam de madrugada, mas absolutamente indesejáveis", declarou Manuel Pizarro, no Porto, depois de ter levado uma dose de reforço da vacina para a covid-19.

Às 11:45 desta segunda-feira, 19 doentes com pulseira amarela (urgente) tinham de esperar uma média de 11 horas e 10 minutos para serem atendidos no serviço de urgência central do Hospital Santa Maria, em Lisboa, segundo dados do Portal do Serviço Nacional do SNS.

Face ao cenário de "grandes dificuldades" nas urgências do Hospital de Santa Maria, o ministro da Saúde quis transmitir uma "mensagem de agradecimento" aos profissionais - médicos, enfermeiros e outros - pelo trabalho que estão a fazer para atender todas as pessoas.

Manuel Pizarro considera que o que está a acontecer neste momento é "um afluxo excessivo às urgências", com a agravante de que as respostas alternativas ainda "não funcionam" como se desejaria e depois, "claro que nestes períodos de pico, as dificuldades aumentam".

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