O Ministério da Educação mandou averiguar denúncias de que há docentes que se estão a quotizar para financiar a greve dos assistentes operacionais.
Os assistentes operacionais juntaram-se este mês à greve dos professores. Em certos casos, basta um ou dois destes profissionais entrarem em greve para que a escola não abra.
A adesão destes profissionais estará a ser custeada através de verbas angariadas por professores ligados ao STOP. Pelo menos é o que dizem as denúncias recebidas pelo Ministério da Educação.
O S.TO.P. concorda com o que diz ser uma questão de solidariedade, mas recusa estar a gerir esses fundos.
O Jornal de Notícias teve acesso a um documento exposto numa escola de Loures, onde se convidava os professores a custear os assistentes para que pudessem receber 10 euros por cada meio dia de greve.