Polícias junto ao Centro Ismaili, em Lisboa, após ataque
Polícias junto ao Centro Ismaili, em Lisboa, após ataque
ANTONIO COTRIM

Terminado

País

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

As motivações do ataque ao final da manhã desta terça-feira no Centro Ismaili, em Lisboa, estão a ser investigadas pela unidade de contraterrorismo da PJ. Há duas vítimas mortais - entre as quais a sobrinha do líder da comunidade ismaelita - e um ferido. O suspeito, de 29 anos, está internado no Hospital de São José, sob custódia da polícia. Sabe-se que chegou a Portugal há cerca de um ano, é viúvo e tem três filhos menores. Acompanhe em direto, e ao minuto, a emissão especial da SIC Notícias.

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Comunidade hindu de Portugal repudia ataque no Centro Ismaili de Lisboa

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

Lusa

A comunidade hindu de Portugal repudiou veementemente o "ato hediondo" do ataque no Centro Ismaili de Lisboa, que provocou a morte de duas mulheres.

"Manifestamos a nossa solidariedade para com a Comunidade Ismaili, pedindo a Deus que os ajude a ultrapassar este momento de dor e sofrimento", refere um comunicado divulgado pela comunidade hindu.

Casa do atacante é alvo de buscas

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

SIC Notícias

Casa do atacante do centro ismaili
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"Comunidade muçulmana ismaelita está de luto e em choque"

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

SIC Notícias

O porta-voz da comunidade ismaelita em Portugal, Faizal Ali, confirmou numa curta declaração aos jornalistas que o suspeito “atacou três pessoas, provocando a morte de duas pessoas da nossa comunidade que muito estimávamos”.

O ferido, que Faizal Ali confirmou ser o professor, foi quem ”deu o primeiro alerta" às autoridades.

A “comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque com estes trágicos acontecimentos”, afirmou.

Às famílias das vítimas, assegurou, “já oferecemos todo o apoio possível num momento tão doloroso”.

O porta-voz da comunidade ismaelita agradeceu “as centenas de mensagens solidárias” quer de governantes, quer de toda a sociedade civil portuguesa.

"É um ato naturalmente que condenamos"

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

SIC Notícias

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

Lusa

O PCP foi o último partido com assento parlamentar a reagir. Em declarações aos jornalistas à margem de uma manifestação da Interjovem/CGTP-IN, em Lisboa, Paulo Raimundo endereçou “uma palavra de condolências para os familiares das vítimas (…) e de esperança para aqueles que estão acidentados e foram violentados” no ataque no Centro Ismaili.

“É um ato naturalmente que condenamos. A questão fundamental é as condolências à família, e tudo aquilo que seja necessário agora investigar e resolver, que se resolva rapidamente”, afirmou.

"Nada justifica um ato criminoso como este"

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"

SIC Notícias

"Comunidade muçulmana ismaili está de luto e em choque"
CARLOS ALMEIDA/Lusa

À saída do Centro Ismaili, onde esteve com as famílias das vítimas, o Presidente Marcelo e a quem manifestou as condolências do Estado português.

Dizendo ser “prematuro tirar conclusões”, o chefe de Estado disse ser “claro que é um ato isolado com motivações psicologicamente isoladas, num determinado quadro pessoal e familiar. Mas é cedo para avançar com posições definitivas".

“Não queria ir mais longe, mas há pessoas que na vida num determinado momento são determinadas por motivos pessoais e reagem de uma determinada maneira, mas nada justifica um ato criminoso como este”, afirmou.

Destacando que a comunidade ismaelita é “muito pacífica”, Marcelo sublinhou que “não vale a pena estar generalizar, é injusto”.

O Presidente da República vincou ainda a ação rápida das forças que, vincou, pode “ter poupado consequências maiores, em vez de duas vítimas mortais podia haver muito mais”.