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Açores vão avançar com obra para proteger falésia instável nas Calhetas

Têm-se registado várias derrocadas e a situação está a ser acompanhada  em permanência por técnicos do Governo dos Açores. O objetivo é avançar rapidamente com a obra de reforço para evitar danos maiores.

Calheta, Açores
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Construída em 1728, a igreja das Calhetas na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel está cada vez mais perto do abismo.

Está a igreja e uma dezena de habitações junto ao mar. Foram construídas numa falésia instável onde já aconteceram várias derrocadas, apesar dos moradores viverem em sobressalto, por enquanto, recusam-se a sair.

“No conjunto dez famílias que serão realojadas, se assim o entenderam, não na sua freguesia porque será onde houver disponibilidade, mas o que interessa é a segurança das pessoas e esta estará sempre em primeiro lugar”, Berta Cabral secretária regional do turismo, mobilidade e infraestruturas dos Açores.

Nas últimas semanas registaram-se várias derrocadas e a situação está a ser acompanhada em permanência por técnicos do Governo dos Açores. O objetivo é avançar rapidamente com a obra de reforço para evitar danos maiores.

“O concurso será publicado esta semana no valor de 2 milhões e 450 mil euros mais iva. Que promoverá a proteção da encosta da falésia da freguesia das calhetas em rabo de peixe”, explica Berta Cabral.

Se não existirem atrasos prevê-se que os trabalhos arranquem no próximo mês de maio.