O impacto do cibercrime no audiovisual está esta terça-feira em destaque numa conferência promovida pela Polícia Judiciária (PJ) e pela Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais (FEVIP). Para falar sobre o tema esteve na SIC Notícias o diretor-geral desta associação, António Paulo Santos.
“Não façam consumo de produtos piratas de obras usurpadas na rede porque muitas das vezes julgamos que não estamos a penalizar ninguém e estamos a provocar prejuízos a muita gente”
António Paulo Santos vê com preocupação o aumento deste tipo de criminalidade: "Temos estudos que apontam só na área do audiovisual para 200 milhões de prejuízos por ano, destes 200 milhões, 70 milhões são em receita fiscal, por isso é extremamente penalizador desta atividade e também da sociedade em geral e daquilo que é a receita fiscal".
“Cada vez mais está na mão de grupos perfeitamente organizados que têm alta tecnologia e que são verdadeiras associações criminosas e que cometem os seus crimes em diversos territórios”, realça o diretor-geral da FEVIP.
