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Conselho de Administração da AICEP dissolvido pelo Ministério da Economia

O Conselho de Administração da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), liderado por Filipe Santos Costa, vai ser dissolvido através de uma Resolução do Conselho de Ministros. Entretanto, o nome do substituto foi revelado: Ricardo Arroja.

Conselho de Administração da AICEP dissolvido pelo Ministério da Economia
Rodrigo Marques/AICEP

Filipe Santos Costa estava em funções há um ano mas, na manhã desta segunda-feira, recebeu uma carta da tutela e convocou de imediato uma reunião da comissão executiva para anunciar a saída.

A SIC sabe que esta dissolução na estrutura da AICEP vai implicar a escolha de um Conselho de Administração completamente renovado que terá um mandato de três anos.

Os nomes da nova equipa estão a ser avaliados pela CRESAP e poderão ser conhecidos ainda hoje, bem como a nova orientação estratégica para este organismo do Estado.

O presidente cessante, Filipe Santos Costa, tinha recebido durante a manhã uma carta conjunta dos ministérios da Economia e Negócios Estrangeiros, e convocou imediatamente uma reunião da Comissão Executiva onde anunciou a sua saída da liderança da AICEP.

Quem é Ricardo Arroja?

Entretanto, em comunicado enviado às redações, o Governo confirma que “decidiu esta segunda-feira indicar um novo conselho de administração para a AICEP, dando assim um novo impulso à Agência".

“A nova liderança, uma vez aprovada, estará alinhada com o desígnio de robustecer o papel da diplomacia económica e de reforçar os laços entre a Agência e as embaixadas portuguesas, a rede de câmaras de comércio e indústria portuguesas e o Conselho da Diáspora” e, acrescenta, ”para novo presidente do AICEP será nomeado Ricardo Arroja, até agora docente convidado na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, licenciado em Gestão pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências da Administração pela Universidade do Minho".

O Executivo refere ainda que Arroja desempenhou “diferentes cargos de administração e fiscalização de empresas, em funções executivas e não executivas” e conta com “extensa experiência como consultor em assuntos relacionados com finanças empresariais e banca, e como consultor de organizações internacionais multilaterais, como a OCDE e a OIT, em matérias de políticas públicas”.

[Notícia atualizada às 19:58]