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Recolha do lixo em Lisboa: Carlos Moedas acusa sindicatos de intenção política

O autarca reconhece, no entanto, problemas antigos na recolha do lixo que ainda não foram resolvidos, mas diz que esse não é um problema crónico na cidade.

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O presidente da Câmara de Lisboa diz que a greve dos trabalhadores da recolha de lixo foi injusta e sugere mesmo que os sindicatos agiram com intenção política a alguns meses das eleições autárquicas. A greve terminou há mais de 24 horas, mas o lixo continua acumulado em várias zonas da capital.

O lixo acumulado é tanto que, numa rua de Arroios, por exemplo, vê-se mais lixo do que calçada. Já sem greve, as rotas são feitas normalmente, mas não chegam para tirar o lixo todo, de repente.

Por esse motivo, a Câmara diz que vão ser precisos mais dois ou três dias para recolher os excessos.

Na zona da Graça, o cenário era, esta sexta-feira, o mesmo, onde os vários contentores não chegaram para acomodar tudo.

Moedas critica sindicatos

Numa conferência de imprensa marcada com tema único, Carlos Moedas deixou claro que a responsabilidade da greve é dos sindicatos, que sugere que estão a agir com uma intenção política.

Reconheceu, no entanto, problemas antigos na recolha do lixo que ainda não foram resolvidos, mas disse que esse não é um problema crónico na cidade.

Para já, não há nova reunião marcada entre sindicados e a Câmara de Lisboa.