O internamento na Unidade de Cuidados Continuados durou meio ano. Nos últimos meses, a idosa de 95 anos queixava-se de dores na zona das nádegas e das costas e ainda num pé, mas foi só quando a mulher teve alta que os familiares perceberam o que se passava. As fotografias mostram as lesões e ainda o estado de uma fralda em contacto direto com a as feridas.
A idosa chegou à Unidade de Cuidados Continuados para continuar a recuperação depois de uma cirurgia para resolver um problema no fémur e na anca, mas nos meses em que aqui esteve precisou de regressar várias vezes ao hospital, por exemplo devido a uma queda da cama.
A família apresentou ao Ministério Público (MP) uma queixa contra a Unidade de Cuidados Continuados, em que detalha as várias situações vividas pela idosa, entre as quais está, por exemplo, o facto de ter contraído sarna.
A SIC contactou a Unidade de Cuidados Continuados Domus Vitae para obter uma reação às queixas dos familiares, mas não teve qualquer resposta.
