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Morte de militar no Guadiana: "Ainda não foi possível confirmar" se embarcação fazia tráfico de estupefacientes

Um militar da GNR morreu e outros três ficaram feridos, perto de Alcoutim, numa ação de fiscalização de uma embarcação suspeita no rio Guadiana. A embarcação da GNR foi albaroada por uma lancha rápida.

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O tenente-coronel Carlos Canatário falou esta manhã com a SIC sobre o caso do militar da GNR que morreu em serviço no Guadiana. O porta-voz da GNR diz que ainda não há confirmação de que a embarcação tenha sido utilizada para o narcotráfico.«

"O que nos leva a acreditar que se trata de narcotráfico são as características deste tipo de embarcações, embarcações de alta velocidade, que normalmente são utilizadas para este tipo de fim, o tráfico de estupefacientes", explica Carlos Canatário.

O porta-voz da GNR acrescenta, contudo que "ainda não foi possível confirmar" se de facto se trata de uma embarcação ligada ao tráfico de droga.

Em relação aos feridos, Carlos Canatário adiantou que um dos militares tem um braço partido e outros dois militares sofreram escoriações e apresentam queixas de dores nas costas.

Através da rede social X, o primeiro-ministro garantiu que o Governo tudo vai fazer para localizar os responsáveis e levá-los à justiça. Também o Ministério da Administração Interna emitiu uma nota de pesar em nome do Governo e dirigiu as condolências à família e aos amigos do Cabo Pedro Silva.

Maria Lúcia Amaral e os secretários de Estado da Administração Interna e da Proteção Civil desejaram ainda a rápida recuperação dos três militares que ficaram feridos no acidente.