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Retomada circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa

Um troço, no concelho da Covilhã, teve de ser interrompido durante várias horas devido ao descarrilamento de um comboio que ia sem passageiros.

Retomada circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa

A circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa, que esteve interrompida entre a Covilhã e o Tortosendo, no distrito de Castelo Branco, após descarrilamento na quinta-feira, foi retomada às 06:40 desta sexta-feira, segundo a CP.

Este troço, do concelho da Covilhã, foi interrompido às 12:49 de quinta-feira devido ao descarrilamento de um comboio que ia sem passageiros, só com tripulação, e que não causou feridos, segundo informação prestada à Lusa na quinta-feira pela Infraestruturas de Portugal (IP).

Segundo a CP - Comboios de Portugal, foi assegurado o transbordo rodoviário entre o Fundão (Covilhã) e a Guarda para os passageiros afetados pela interrupção da circulação de comboios entre a Covilhã e Tortosendo.

Na quinta-feira também na Linha da Beira Baixa, esteve suspensa a circulação no troço entre Abrantes e Alferrarede (no mesmo concelho), no distrito de Santarém, desde as 12:00, "devido à queda de um posto de iluminação para a via", tendo o serviço sido retomado durante a tarde.

A Linha da Beira Baixa assegura a ligação ferroviária entre as estações de Entroncamento (Santarém) e Guarda.

Por causa do mau tempo, e segundo fonte da IP, várias linhas sofreram constrangimentos.

Na Linha do Alentejo, que liga Barreiro (Setúbal) e Beja, a circulação esteve condicionada entre Poceirão e Pinhal Novo, ambas as estações no concelho de Palmela, distrito de Setúbal, em resultado do abatimento de parte da via.

A Linha do Norte, que faz a ligação entre Lisboa e Porto, esteve com fortes constrangimentos entre Entroncamento e Santarém", mas a circular nos dois sentidos, e a Linha do Oeste esteve cortada entre Louriçal (Pombal, distrito de Leiria) e Amieira (Soure, Coimbra) devido a um deslizamento de terras.

Estas ocorrências estiveram associadas às condições meteorológicas adversas que afetam Portugal continental, assim como o arquipélago da Madeira, em resultado da depressão Cláudia, com chuva, vento e agitação marítima fortes, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).