O processo foi aberto em junho do ano passado. Em causa estão suspeitas de acumulação de funções e conflito de interesses. Nas denúncias recebidas pela IGAS são citados vários profissionais, entre eles Rui Guimarães.
O anestesista liderou a ULS de Gaia e Espinho durante quase seis anos. Antes disso, foi diretor clínico no Hospital de Barcelos. A ULS Gaia/Espinho confirmou na altura que recebeu denúncias sobre o caso.
Rui Guimarães faturou cerca de 52 mil euros em cirurgias adicionais, intervenções realizadas ao fim de semana e feitas no próprio hospital. A instrução do processo decorreu entre junho e outubro deste ano.
O documento foi enviado ao Conselho de Administração da ULS para contraditório. Duas das pessoas notificadas para contraditório pessoal pediram mais tempo para responder.
O mandato de Rui Guimarães terminou em dezembro do ano passado e não foi renovado pela atual ministra da Saúde.