Começamos o passeio por Braga, conhecida como a “Roma portuguesa”. A cidade tem uma história que remonta à época romana e não falta o que visitar: o santuário do Bom Jesus do Monte, o Jardim Santa Bárbara, nossa Senhora do Sameiro, o Teatro Circo, sem esquecer a Sé dos finais do século XI e o museu.
De Sé pode dar-se um passeio pela cidade, que tem mais de 30 igrejas, ir à Basílica dos Congregados e subir a escadaria do Bom Jesus com 577 degraus carregados de simbolismo espiritual. Para descansar, há uma nova unidade hoteleira num antigo convento, onde nasceu também a lenda da fonte da máscara, cuja escultura, datada de 1857, continua bem presente no jardim do agora hotel.
Para recarregar o que sacia apetite, a energia é da gastronomia: enchidos, um caldinho de feijão ou uma sopa de tomate para entrada, o polvo à lagareiro, o bacalhau à moda de Braga, o arroz à moda de Braga como prato principal e, para finalizar, um pudim Abade de Priscos.
De Braga, a uma hora de caminho vamos a São João da Madeira. Esta cidade foi um dos principais focos da revolução industrial em Portugal e anos depois tornou-se dos maiores polos industriais do país, conhecida como a capital do trabalho, com fábricas de chapéus e de calçado.
Aqui é possível visitar o Museu de Chapelaria, que guarda mais de 3500 chapéus. Foi construído no que restou de uma fábrica que abriu em 1914 e fechou em 1995. Daqui têm saído chapéus para todo o mundo, chapéus para as cabeças das mulheres polícias no Reino Unido e até para as cabeças das atrizes de Hollywood.
