O exército português está na reta final do treino de uma força com 120 militares que será enviada em fevereiro para a Eslováquia. O objetivo é reforçar a linha de defesa da NATO, naquela que é considerada a fronteira com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
Debaixo de fogo inimigo, a decisão é recuar para uma posição mais segura e responder com uma combinação de várias unidades. Este é o mote de um exercício com fogo real do exército português.
O cenário é montado no campo militar de Santa Margarida, um treino em grande escala para um subagrupamento do exército português preparar mais uma das missões internacionais na fronteira leste da NATO.
Na que será a quarta missão na Eslováquia, Portugal vai avançar 120 militares. Trabalhará ao lado dos exércitos de Espanha, Eslovénia, Republicana Checa e da Eslováquia. Portugal leva um dos maiores contingentes, mostrando o compromisso do país perante o cenário de ameaça internacional.
A partir de fevereiro, os 120 militares vão estar na Eslováquia para uma missão de pelo menos meio ano, naquela que é estratégia de reforço dos meios de defesa NATO junto à zona de fronteira na guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
