País

Falta de medicamentos no IPO de Lisboa atrasa tratamento de utentes

O caso foi denunciado à SIC por um utente, que fala no impacto direto na saúde dos utentes.

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Há doentes no IPO de Lisboa com tratamentos em atraso, devido a rutura de stock de um medicamento para a doença de Crohn. O caso foi denunciado à SIC por um utente, que falou sobre o impacto direto no bem-estar dos doentes, principalmente quando não é a primeira vez que existem falhas no tratamento.

O medicamento em questão é o Infliximab, usado para o tratamento de infeções crónicas, que implica a visita ao IPO para a administração do fármaco, a cada quatro semanas.

Para o utente, que falou com a SIC, a próxima toma estaria agendada para sábado mas não irá acontecer. Apesar de o IPO de Lisboa ter confirmado a falta do medicamento, garantiu ter recebido esta quarta-feira, reposição do stock.

"O atraso no fornecimento foi de natureza processual, no contexto do fecho do ano, e encontra-se ultrapassado", disse o IPO Lisboa.

Além disso, acrescentou, os utentes estariam a ser contactados para a marcação do tratamento.

No ano passado, o IPO Lisboa gastou 113 milhões de euros em medicamentos, cerca de 275 mil euros foram despesa com o Infliximab.