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Caso Gijón: jovens portugueses dizem estar inocentes, defesa diz ter provas que abalam acusação

O julgamento dos quatro portugueses acusados de violação, que termina esta quinta-feira, tem apenas duas sessões, mas a sentença poderá demorar meses.

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Termina esta quinta-feira o julgamento em Gijón dos quatro portugueses acusados de violação. A sessão ficou marcada pelas declarações do portugueses, que dizem estar inocentes. O julgamento tem apenas duas sessões, mas a sentença poderá demorar meses.

O julgamento chega a um ponto decisivo, com acusação e defesa a apresentarem os últimos argumentos e testemunhas.

Acusados de crimes graves, os quatro portugueses prestam esta quinta feira declarações ao tribunal.

"Não há qualquer razão para pensar que possam ser condenados, sobretudo tendo em conta os resultados do que se passou ontem com os depoimentos das queixosas, com os depoimentos das testemunhas, com os depoimentos periféricos de alguns dos polícias, portanto não há razão objetiva que possa sustentar seriamente uma condenação, pelo menos é essa a tese desta defesa", afirma Germán-Ramón Inclan Méndez, advogado de defesa.

A defesa diz ter evidências que podem abalar a acusação e, com isso, mudar o rumo do processo. E chamou como testemunha um psiquiatra, professor catedrático, com vários anos de experiencia.

A sentença não será conhecida tão cedo e pode demorar alguns meses até que haja desfecho para este caso que envolve crimes de abuso e agressão sexual.

O coletivo terá agora de avaliar toda a prova produzida durante as duas sessões que se realizaram esta semana.