A Procuradoria-Geral da República diz que a investigação aos ajustes diretos feitos pela Marinha e aprovados por Henrique Gouveia e Melo quando era Comandante Naval está na fase final.
Numa resposta enviada à SIC, o Ministério Público anuncia que o candidato presidencial não é arguido no processo.
Estão a ser investigados 57 contratos suspeitos com uma única empresa: a Proskipper, que comercializava bens relacionados com a defesa.
Estes contratos já tinham sido alvo de uma auditoria do Tribunal de Contas. Foram identificadas irregularidades e infrações da lei dos contratos públicos, mas os juízes decidiram perdoar Gouveia e Melo e outros dirigentes da Marinha das responsabilidades financeiras, por considerar que não tiveram intenção de violar a lei.
