Como sabem, o genérico é assinado por Márcia e conta com a colaboração de Tomara. Os retratos são da autoria de Nuno Foxos. E a sonoplastia deste podcast é de João Ribeiro.
Podcast
João Costa (parte 2): “O diagnóstico da depressão crónica veio tarde, mas começou cedo. É solitário, porque há estigma, não se fala”
Nesta segunda parte da conversa em podcast, o antigo ministro da Educação e atual diretor da Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva, João Costa, aponta os possíveis antídotos para acabar com os populismos num mundo que por vezes parece virado contra as pessoas, comenta o risco da polarização política influenciar os currículos escolares e universidades, em temas como a História, Direitos Humanos e a Ciência. Depois dá conta da importância do humor na relação com os outros e até consigo, do talento para a cozinha, em especial para fazer doces conventuais e para ler na praia nas posições mais inesperadas. E ainda nos dá música, lê um poema de Nuno Júdice e partilha outras sugestões literárias e culturais. Boas escutas!
Maro (parte 2): “É no palco onde me sinto mais vulnerável. Porque é um momento de grande exposição minha” Maro (parte 1): “Achei que ficaria em último no Festival da Canção. A forma como abraçaram o meu tema ajudou-me no luto do meu avô” Marina Mota (parte 2): “A minha filha foi feita com muito amor num camarim, do ABC, entre duas sessões de espetáculo” Marina Mota: “Estamos a acordar tarde para o mal que as redes sociais fazem nos jovens. Quando são mal aproveitadas, são armas de ódio” António de Castro Caeiro (parte 2): “Quando Trump fala, sabemos que as coisas inomináveis que diz podem acontecer. Mete medo” António de Castro Caeiro (parte 1): “Os políticos dizem o que quer que seja e o contrário por falta absoluta de vergonha e pudor” Catarina Oliveira (parte 2): “Sou sempre um corpo político. Mesmo enquanto mulher grávida ou mãe em cima de uma cadeira de rodas” Catarina Oliveira: “Desde que me sentei numa cadeira de rodas tive de endurecer e falar uns decibéis mais altos para ser levada a sério” Gisela João (parte 2): “Não haverá uma única mulher que nunca se tenha sentido louca. Fazem-nos sentir assim” Gisela João (Parte 1): “Comecei descalça a corrida. Venho de Barcelos, não sou brasonada e sou artista independente”
