Como sabem, o genérico é assinado por Márcia e conta com a colaboração de Tomara. Os retratos são da autoria de José Fernandes. E a sonoplastia deste podcast é de João Ribeiro.
Shahd Wadi (parte 2): “Falo com pessoas que pensam de forma diferente de mim, mas não com fascistas, que querem que eu desapareça”
Nesta segunda parte da conversa com a investigadora, curadora e poeta Shahd Wadi, ficamos a saber qual a vila na Palestina com que sonha regressar, até que ir para casa seja possível. E até fala do cheiro específico do lugar onde nunca esteve, mas que sente conhecer bem. Refere os pais, e de como a têm inspirado na vida e na poesia. Depois analisa o estado do mundo e o papel da Europa perante a América de Trump. Pelo caminho, desmonta certos preconceitos sobre as mulheres árabes, opressões de patriarcado aparte, e dá-nos conta da profunda resistência de um povo que não desiste de viver com esperança e arte. E ainda nos dá música, poesia e revela como uma picardia com o atual namorado resultou numa história de amor de uma década. Boas escutas!
Especial ao vivo Podfest 2026 com Daniel Sampaio e Gabriela Moita: “Os casais estão obcecados com a verdade. Mas não é bom partilhar tudo” Maro (parte 2): “É no palco onde me sinto mais vulnerável. Porque é um momento de grande exposição minha” Maro (parte 1): “Achei que ficaria em último no Festival da Canção. A forma como abraçaram o meu tema ajudou-me no luto do meu avô” Marina Mota (parte 2): “A minha filha foi feita com muito amor num camarim, do ABC, entre duas sessões de espetáculo” Marina Mota: “Estamos a acordar tarde para o mal que as redes sociais fazem nos jovens. Quando são mal aproveitadas, são armas de ódio” António de Castro Caeiro (parte 2): “Quando Trump fala, sabemos que as coisas inomináveis que diz podem acontecer. Mete medo” António de Castro Caeiro (parte 1): “Os políticos dizem o que quer que seja e o contrário por falta absoluta de vergonha e pudor” Catarina Oliveira (parte 2): “Sou sempre um corpo político. Mesmo enquanto mulher grávida ou mãe em cima de uma cadeira de rodas” Catarina Oliveira: “Desde que me sentei numa cadeira de rodas tive de endurecer e falar uns decibéis mais altos para ser levada a sério” Gisela João (parte 2): “Não haverá uma única mulher que nunca se tenha sentido louca. Fazem-nos sentir assim”
